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ESCRAVIDÃO NO TEMPO COLONIAL
- Por Antonio Paiva Rodrigues
- Publicado 25/08/10
- História
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No Brasil colonial, os escravos estavam presentes em quase todas as atividades econômicas. Explorados e agredidos, escravos tanto indígenas como africanos organizaram inúmeras rebeliões, jamais aceitaram sua condição. No sul das Treze colônias Inglesas e no caribe também havia plantations escravistas. Hoje, o quadro não mudou, visto que essas duas classes sofrem as agruras de seres desumanos desalmados que só pensam na locupletação. Continuam exterminando os reais donos das terras brasileiras e a exploração do negro continua firme e forte. É o ciclo do mal se reforçando dia a dia sem controle. Pense vocês serem arrancados abruptamente de suas casas, das suas moradias, do seu bem-estar social sem motivo aparente, e levado à força para outro lugar distante, de outra cultura e sem ter conhecimento da língua e dos costumes.
A ausência parcial, ou total de seus amigos e familiares e levar uma vida de trabalhado forçado à vida inteira?Além do mais sobrevivendo em péssimas condições de trabalho, se alimentando mal e apanhando até morrer. Muitos deles seviciados, fornicados por homens com taras sexuais, estupradores e sedentos de sexo. Somente alguns povos africanos vieram para o Brasil. De Guiné, Mina e Angola vinham os cativos negociados na costa de Mina. De Angola vinha os “congos”. De Moçambique e de Madagascar vieram em menor escala, no começo do século XIX. No período colonial o Brasil foi o País da escravidão. Hoje a situação apenas amenizou, mas a discriminação racial ainda existe e teima em não acabar.
Adeus
- Por Ivani de Araujo Medina
- Publicado 16/08/10
- História
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A crença se transforma em conhecimento para se transformar. O conhecimento é a crença que amadureceu e perdeu o gosto pelas brigas.
É um auto popular natalino, de origem portuguesa, de evocação da visita dos três Reis Magos ao Menino Jesus, com apresentação de danças dramáticas como o Terno de Reis, o Rancho e o Bumba-meu-boi. A Folia de Reis marca o fim do ciclo natalino, principalmente no Norte do país. A Folia tem início no dia 24 de dezembro, à meia-noite, e termina no dia 6 de janeiro, Dia de Reis. O desfile leva uma bandeira que muitos acreditam ter o poder de curar as pessoas.
A verdade é um estorvo
- Por Ivani de Araujo Medina
- Publicado 6/08/10
- História
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A verdade e a ética encontram-se numa situação difícil.
Intolerância Religiosa
- Por Ivani de Araujo Medina
- Publicado 20/07/10
- História
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Existe uma grande diferença entre religião e cultura religiosa. A segunda detém ou já deteve o poder civil, enquanto a primeira se submete a ele. A religião sempre foi inocente dos abusos cometidos pelas culturas religiosas.
UM SOFRIMENTO
- Por Antonio Paiva Rodrigues
- Publicado 4/07/10
- História
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A cada dia que passa meu rádio continua triste, acabrunhado, chiando, querendo se alterar ao tentar encontrar um ponto ideal para imantar o seu dial. Tento sintonizar uma emissora de rádio, e ele teima em pinotear fazendo pirraça a toda hora, e a todo instante. Pensei cá com meus botões:
Papai Noel não existe
- Por Ivani de Araujo Medina
- Publicado 26/06/10
- História
- Sem avaliações
Uma parábola entre a história de Papai Noel e a nossa cultura ocidental
Tílburi na pequena São Paulo
- Por Kátia Matos dos Santos
- Publicado 17/06/10
- História , Artigos
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Este estudo trata da necessidade de locomoção do individuo, a evolução dos transportes na sociedade e sua democratização referente a uma cidade brasileira, São Paulo, atualmente a terceira maior cidade do mundo, apontando o tilburi, veiculo do século XIX, que permanece irreconhecível pela população atual da cidade, como colaborador para o acesso indiscriminado do transporte. São Paulo cresceu numa disparada quase imperceptível, por isso o tema, “tilburi na pequena São Paulo”, exatamente para chamar a atenção do leitor para a transformação da capital. O tilburi tem grande valor histórico, com a pesquisa aprofundada do assunto percebemos a sua colaboração essencial para o progresso da cidade.
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