WAGNER PAULON
FORMAÇÃO EM PSICANÁLISE (ESCOLA PAULISTA), MESTRE EM PSICOPATOLOGIA (ESCOLA PAULISTA), PSICOLOGIA (SAINT MEINRAD COLLEGE) USA, PEDAGOGIA (FEC ABC), MBA (UNIVERSITY ABET) USA, CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENTORPECENTES (USP), PSICANALISTA POR MUITOS ANOS DE VÁRIOS HOSPITAIS DE SÃO PAULO (35 anos),
Artigos por este Autor
A GUERRA, A LUTA, A BATALHA, A REVOLUÇÃO, A FAMILIA
- por WAGNER PAULON
- Publicados 11/07/08
- Relacionamento
- Não Avaliado
São naturais e previsíveis, os conflitos com os pais, especialmente durante os primeiros anos da adolescência. Nessa fase, os jovens, cujo horizonte mental se expande, começam a perceber que os valores e a forma de vida de sua família não são os únicos viáveis.
A JUVENTUDE VENDIDA
- por WAGNER PAULON
- Publicados 11/07/08
- Desenvolvimento Pessoal
- Não Avaliado
Parte dos adolescentes acabam por se converterem em adultos razoavelmente felizes e eficientes. Mas há grande número de adolescentes que não o fazem; eles se sentem profundamente desgostosos com a sociedade vigente, ou consigo mesmos, ou com ambos. No palavreado popular dos anos 60 e de sua "contracultura" jovem, são jovens que se tornaram "vendidos". Todavia, as fontes de sua alienação podem variar amplamente. Em alguns casos, a alienação resulta da privação econômica ou da discriminação étnica.
DROGAS NA ADOLESCÊNCIA
- por WAGNER PAULON
- Publicados 11/07/08
- Educação
- Não Avaliado
Não é um fenômeno único e isolado, o fato do grande aumento do uso de drogas entre os adolescentes, durante a década passada, no Brasil, Estados Unidos e em outros países. Acreditava-se que, na década de 60 os jovens passaram a consumir mais drogas com o advento da cultura e essa crença limitava-se somente aos jovens. Tal crença é uma ilusão e só pode obstruir as tentativas de se colocar o problema em perspectiva adequada.
MÉDICOS SEM FRONTEIRAS PRECISA DE VOCE
- por WAGNER PAULON
- Publicados 30/06/08
- Desenvolvimento Pessoal
- Não Avaliado
Há 35 anos atuando em situações de emergência, a organização humanitária internacional “Médicos Sem Fronteiras” (MSF) inicia um novo período de recrutamento de profissionais médicos brasileiros para trabalhar em seus projetos no exterior. Ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 1999, a organização está presente em mais de 70 países, onde desenvolve projetos em locais que necessitam de ajuda humanitária - seja por conta de situações de guerra, catástrofe natural, epidemias, fome ou falta de acesso aos cuidados básicos de saúde.
MÉDECINS SANS FRONTIÈRES (MÉDICOS SEM FRONTEIRAS)
- por WAGNER PAULON
- Publicados 30/06/08
- Medicina e Saúde
- Não Avaliado
Os componentes da organização “MÉDICOS SEM FRONTEIRAS” (médicos, enfermeiras, administradores, educadores, profissionais da saúde mental, farmacêuticos, biólogos e muitos outros profissionais), são caridosos, são semelhantes à aqueles que adentram regiões inóspitas para levar a palavra do evangelho salutar. São os primeiros em solicitude. Se voluntariam trabalham em situações precárias e perigosas, sem esperar agradecimentos, medalhas ou reclamar alguma recompensa material. Arriscam a própria vida para salvarem a vida dos outros.
RESUMO HISTÓRICO SOBRE OS MÉDICOS SEM FRONTEIRAS
- por WAGNER PAULON
- Publicados 30/06/08
- Medicina e Saúde
- Não Avaliado
Organização humanitária internacional fundada em França a 20 de Dezembro de 1971.
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS MÉDICOS SEM FRONTEIRAS
- por WAGNER PAULON
- Publicados 29/06/08
- História
-
Avaliado:




Enquanto trabalhavam para socorrer as vítimas do conflito, eles perceberam que as limitações da ajuda humanitária internacional da época eram fatais. Para tratar dos doentes e feridos era preciso esperar por um entendimento entre as partes em conflito ou pela autorização oficial das autoridades locais. Além das dificuldades burocráticas, os grupos de ajuda humanitária não se manifestavam diante dos fatos testemunhados.
PEQUENO OPÚSCULO SOBRE OS MÉDICOS SEM FRONTEIRAS
- por WAGNER PAULON
- Publicados 29/06/08
- Medicina e Saúde
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Avaliado:




Médicos Sem Fronteiras foi criada em 1971 por um grupo de jovens médicos e jornalistas que, em sua maioria, tinham trabalhado como voluntários em Biafra, região da Nigéria, que, no final dos anos 60, estava sendo destruída por uma guerra civil brutal.





