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nelson batista de sousa

ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Curso de Atualização em: ÉTICA - RECURSOS HUMANOS - MOTIVAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕESDIVERSIDADENAS ORGANIZAÇÕES-BALANCED SCORECARD - 2008/2009- PELA FGV. GESTÃO COMERCIAL. GESTÃO DE PESSOAS. ANALISE E MOTIVAÇAO DE EQUIPES. ADM E GESTÃO TRADE MARKETING. ANALISE E ACOMPANHAMENTO DE DESEMPENHO. ELABORAÇÃO, ACOMPANHAMENTO E ANALISE DE CAMPANHAS DE PRODUTOS E PROMOÇÕES. ANALISE E IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS DE TERCEIRIZAÇÃO PALESTRAS VOLTADAS AREA COMERCIAL.
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 Artigos por este Autor

O presente artigo pretende apresentar algumas linhas do pensamento acadêmico, as questões ligadas às emoções subjacentes no trabalho (nos ambientes organizacionais), bem como as contradições que essas emoções geram na produtividade e na qualidade (do trabalhador e do trabalho) do terceiro milênio.

Várias informações são encontradas em textos de diversos pensadores, sociólogos, psicólogos, as que particularmente eu acredito que sejam de relevância para o conhecimento e aperfeiçoamento de Gestores e Administradores de Empresas, são expostas para que vocês que leiam e possam debater e discutir.

Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas

Este artigo tem como objetivo transmitir mais algumas informações sobre uma teoria que defendo, onde chamo à participar, discutir, e saber das opiniões dos profissionais da área de Administração de Empresas.

O MUNDO DO TRABALHO E A EMPREGABILIDADE.

Com a mudança da relação capital versus trabalho e empregador versus empregado; e, por conta dos novos fatores econômicos, a realidade do emprego nas duas últimas décadas, no Brasil, vem mudando de foco e de face. Nos séculos recentes os trabalhadores eram leais à seus empregos, as suas empresas e a seus empregadores.

GESTÃO DE PESSOAS E SUBJETIVIDADE.

Espero que esta leitura continue trazendo à tona a verdadeira função do Departamento de Rh de empresas, além de uma posição mais humanística de Gestores e Administradores a respeito das pessoas envolvidas na conquista de um objetivo comum.

Volta e meia as empresas são pegas de surpresa com um grande profissional, que faz parte de sua equipe principal pedindo as contas. Os motivos alegados por estes profissionais, que nos são muito raros na maioria das vezes, dado que as organizações da pós-modernidade estão funcionando com seus quadros funcionais enxutos, são diversos, mas seja qual for o motivo, é um grande baque para a organização.

ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS.

De uma maneira geral, na montagem de um plano de negócios, não é uma prática da direção da organização convidar o profissional de RH para participar da modelagem e estruturação inicial desse plano.

Se fizermos um breve passeio pela história (e evolução histórica) dos escritórios, à luz de Braverman (1981), vamos conseguir entender um pouco mais e melhor do porque de nossas organizações ainda serem palcos da opressão que são hoje. Ainda, entenderemos com melhor acuidade a questão do sofrimento, bem como veremos que é uma falácia que na modernidade este sofrimento foi minimizado (ou eliminado) a partir dos novos processos que vieram a reboque da tecnologia e da informatização.

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