Neri P. Carneiro

Mestre em Educação pela UFMS. Especialista em Educa-ção; Especialista em Didática do Ensino Superior; Especia-lista em Teologia; Professor de História e Filosofia na rede estadual, (R. Moura – RO). Filósofo; Teólogo; Historiador; Professor de Filosofia e Ética na Faculdade de Pimenta Bueno (FAP). Jornalista e produtor e apresentador de pro-grama radiofônico; colunista no jornal Folha da Mata (R. Moura-RO) e nos sites , e , com artigos sobre filosofia, história e textos literário.
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 Artigos por este Autor

CONHECIMENTO VIRTUAL

Que é aquilo que conhecemos? Que é aquilo que vemos? O que podemos conhecer? Aquilo que conhecemos e o que vemos é, realmente, aquilo que aprece aos nossos sentidos ou pode ser outra coisa? Esse tipo de indagação não vem a propósito de uma brincadeira filosófica, mas de uma real e séria constatação que vem sendo feita ao longo de toda a história da filosofia: trata-se do centro da própria filosofia, ou seja, o problema do conhecimento.

Do bafômetro à algema

Você já se deu conta de que vez por outra algumas notícias teimam em não desaparecer dos noticiários? Foi assim com a garota aparentemente defenestrada pelo pai e sua madrasta. Alguns, mais afoitos, dizem que isso é estratégia da grande mídia para distrair a atenção da população

VOTO DE OCASIÃO

Poderíamos começar falando em tema de ocasião. Mas o voto é mais convidativo. Principalmente porque sou tentado, como já o fiz em outras oportunidades, a te convidar para exercermos um direito negado pela constituição: não votar. Acontece que nos impingiram a pecha de que a cidadania se defende com o voto. Ora, que democracia é essa que obriga o cidadão a fazer algo que, nem sempre, tem vontade de fazer?

Educação é uma realidade que pode ser entendida de várias formas. Uma delas é como processo. Olhá-la dessa forma pode evitar que a pessoa e o processo sejam compartimentalizados em etapas, dando a impressão de que estamos falando de vários começos, meios e fins. Admitindo que a pessoa se desenvolve, da infância à velhice, apreendendo o mundo e incorporando valores ao longo da vida, podemos continuar afirmando que o processo educacional é permanente. Podemos, portanto, afirmar que a pessoa relaciona-se progressivamente com o que convive. Mas há nisso um fracasso...

O Nascimento do Brasil

Neste 2008 é interessante que façamos mais uma revisão da história, começando justamente com a indagação: Desde quando existe o Brasil? Depende da intenção e da ótica da pergunta. O continente americano é bem antigo. O nome Brasil é bem mais recente. Antes era Pindorama

Leitura de férias

Já faz algum tempo que me coloquei uma atividade para o período de férias: ler! Não que não leia durante o restante do ano nem estou querendo dizer que outros não lêem. O que estou querendo dizer é que, já faz algum tempo, me dei a tarefa de ler não qualquer livro ou revista, mas eleger um autor e ler, descompromissadamente

Emburração

Não se assuste com o título. Não está escrito errado. É um neologismo que acabei de inventar para contar algumas coisas que andei vendo. O propósito de quê? É o seguinte:

Qual seria a melhor indagação para começarmos a discutir a música como uma das múltiplas inteligências? Perguntar o que é o ser humano ou quem é o ser humano? Perguntar quem somos nós ou o que somos nós? Na realidade, sempre que discutimos temas relacionados ao ser humano, pretendemos entender a nós mesmos e nossas relações com nossos semelhantes. Por isso nos indagamos: o que e quem somos nós?

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