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Rócio Stefson Neiva Barreto

Cientista Politico, Cientista Social, Sociologo e Professor, Especialista em Democracia Participativa.

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Marx é sem dúvida, um dos maiores nomes da filosofia política e formulou uma das mais brilhantes análises sobre o capitalismo. O comentário de Wefford reflete o brilhantismo de Marx, percorrendo vários dos temas problematizados na obra do pensador. Wefford também se preocupa em apresentar os equívocos decorrentes de interpretações deterministas da obra de Marx, bem como em apresentar outras leituras que se contrapõem as mesmas. Wefford sublinha o tema da revolução e o desloca para o momento atual.

O presente trabalho visa a comentar e a levantar questionamentos acerca da relação entre democracia participativa e desenvolvimento (sustentável ou não) na realidade histórico-social do atual contexto brasileiro em que vivemos. Para isso, torna-se mister, a princípio, conceituar democracia participativa, que não se trata de qualquer democracia.

O ATUAL SISTEMA PARTIDÁRIO BRASILEIRO

Esse ensaio visa incitar uma breve discussão acerca dos partidos políticos do Brasil e da evolução do sistema partidário do país, em especial após a Constituição de 1988. Tal tema é fundamental para tentar explicar o engano que os apocalípticos de 88 cometeram ao afirmarem que, depois da Constituição daquele ano, o Brasil se tornaria um país ingovernável.

Resenha crítica do texto Hegel: o Estado como realização histórica da liberdade de Gilvo Marçal Brandão. In: Coleção Clássicos da Política

Hegel é um dos maiores representantes do Idealismo Alemão, principal percussor da filosofia marxista e considerado por muitos críticos como um pensador que legitima o totalitarismo. Neste comentário, Gilvo Marçal Brandão nos apresenta alguns dados sobre o percurso intelectual do pensador, alguns dos princípios mais importantes presentes em sua filosofia, bem como algumas críticas dirigidas a mesma, apresentando também um breve quadro da filosofia “pós-hegeliana”. Algumas temáticas são privilegiadas pelo comentador, como a distinção entre Estado Político e Sociedade Civil, a liberdade concreta e as críticas formuladas por Hegel contra as teorias contratualistas do jusnaturalismo. O Estado emerge como um todo maior que a soma das partes, uma vez que se exerce na resolução de todas as contradições presentes na sociedade civil, e não é posterior aos homens; nada existe, na filosofia de Hegel, fora do Estado.

O comentário de Elizabeth Balbachevsky acerca das formulações políticas de Stuart Mill revela um pensador utilitarista, liberal, individualista e progressista. Mill procura conjugar, em um mesmo plano teórico, o liberalismo político e os ideais democráticos, o que caracteriza uma ruptura com o pensamento conservador no interior das doutrinas liberais. Defensor do sufrágio universal, da liberdade e do direito a representatividade política da minoria, a fim de conter a tirania da maioria que tende a emergir nas sociedades democráticas, Mill foi um pensador preocupado com a situação das classes proletárias no interior da sociedade industrial. Mill se opunha ao privilégio de interesses de classe, sejam as classes dominantes sejam as menos favorecidas. O comentário de Balbachevsky resulta em um texto bastante lúcido acerca das concepções do pensador, com vistas a despir seus leitores do preconceito que costuma acompanhar o entendimento dos pensadores liberais clássicos. Palavras-chave: Utilitarismo; Individualismo; Liberalismo Moderno; Stuart Mill

Considerar o livre comércio, bem como as multinacionais como assuntos centrais na economia política internacional, por sua vez, segundo Gilpin, seria como conceder maior importância a hegemonia determinante de perdas e ganhos do sistema monetário e financeiro internacional.

Este breve ensaio abordará uma das várias possíveis questões que podem surgir referentes ao estudo do tema “decisões coletivas”, bem como de “grupos de interesse”. Os problemas da agregação de preferências individuais numa escolha coletiva, coordenação e cooperação e as respectivas teorias e modelos que os podem explicar, tornam-se extremamente relevantes no presente ensaio.

Qualidade de Vida no Distrito Federal

A qualidade de vida muitas vezes é medida pelos serviços públicos oferecidos pelo município ou pelo estado, bem como alimentação, moradia, renda e problemas com a violência (segurança). o World development report 1997: the state in a changing world (4), destacou o papel do Estado como ator principal do desenvolvimento, bem como, que a falta de participação da comunidade poderia ser uma das principais causas dos fracasso das políticas públicas.

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