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Nelson Rabello

Técnico em eletrônica e informática.

 Artigos publicados

O básico dos serviços de Email

Entender ao menos o funcionamento básico do Email é essencial nos dias de hoje. Aprenda o básico neste artigo.

Espaço e Tráfego para hospedar um site

Quando vamos assinar um plano de hospedagem de site uma das primeiras dúvidas que temos é a respeito do espaço em disco e tráfego mensal que precisaremos. Neste artigo daremos algumas dicas de como calcular estes dois parâmetros.

Detalhes da Telefonia Celular - Parte II

No primeiro artigo desta série falamos sobre os precursores do Sistema de Telefonia Rádio Celular, inclusive com um pouco de história. Neste artigo entenderemos melhor os conceitos fundamentais desta tecnologia.

Detalhes da Telefonia Celular

Artigo dividido em partes detalhando a história do celular e as tecnologias utilizadas desde o MTS.

Telefone sem fio, sem segredos

Artigo descrevendo o funcionamento básico do aparelho de telefone sem fio analógico.


O CD Player

Neste artigo descrevemos de forma resumida, o funcionamento de um cd player. Os detalhes mais técnicos ficarão para um próximo artigo. O CD O Compact Disc foi comercializado a partir de 1982. É um disco de acrílico, tem cerca de 20.00 trilhas. Para se ter uma idéia da espessura destas trilhas, são necessárias 30 trilhas para atingir a espessura de um fio de cabelo. Essas trilhas são impressas em forma de espiral e somam 22.188 voltas, mais de 5.500 metros de extensão. Os dados são gravados em furos ao longo da trilha o que cria pontos brilhantes e escuros. Ao contrário dos discos de vinil a primeira faixa do CD fica no centro, e a última, na borda, além disto o disco de vinil funciona com Velocidade Angular Constante, enquanto o CD, funciona com Velocidade Linear Constante, o que significa que no CD, à medida que o feixe de laser se desloca para as faixas da extremidade do disco, a velocidade vai diminuindo. Algumas linhas atrás, falamos do feixe de laser, agora explicaremos como ele é gerado e quais os artifícios usados para que este feixe se pocisione na trilha correta, enquanto o CD gira a cerca de 300 RPM, (e não é aquele antigo conjunto musical, e rotações por minuto mesmo), ao mesmo tempo em que o carrinho da unidade ótica se desloca em direção a extremidade do disco. A UNIDADE ÓTICA O componente principal de um sistema CD-PLAYER , é, com certeza, a Unidade Ótica. Ela fica montada em uma espécie de carrinho que a movimenta sob o disco. E é formada por uma parte ótica : lente objetiva, lentes colimadoras, espelho semitransparente, prisma, grade de difração. E uma parte elétrica formada pelo diodo lazer, por um conjunto de fotodiodos e dois conjuntos de bobinas. O diodo laser, evidentemente emite o feixe de lazer. O conjunto de fotodiodos é ligado a dois amplificadores operacionais, um para ajuste do foco e outro para ajuste da trilhagem, este conjunto de foto diodos serve para avaliar a potência de emissão do laser e para permitir o ajuste perfeito do foco e da trilhagem, assim como à leitura da informação gravada no disco. Os dois conjuntos de bobinas são: Bobina de foco, faz o movimento vertical da lente objetiva (para cima e para baixo) e é controlada pelo Servo de Foco. E bobina de trilhagem, gera o movimento lateral da objetiva, e é controlada pelo Servo de Trilhagem. O FUNCIONAMENTO Quando colocamos o CD no aparelho e fechamos a tampa, ou gaveta, uma chave colocada estratégicamente se fecha, "avisando" ao Microcontrolador do sistema, que existe um disco para ser rodado. O microcontrolador (que é obediente) aciona o motor do carrinho que posiciona a unidade ótica no início do disco (o centro do disco) onde está a TOC (tabela de conteúdo) uma espécie de arquivo com o número de faixas, duração de cada faixa, etc. Quando a unidade ótica chega ao início do disco, uma outra chave, chamada chave de limite avisa ao nosso microcontrolador, que imediatamente desliga o motor do carrinho e aciona o motor do disco que começa a girar para que seja lida a TOC. Aqui começa o trabalho da Unidade Ótica. O feixe de laser reflete no disco e na volta é desviado pelo prisma que não permite que ele volte ao diodo laser que o emitiu. O FOCO O feixe segue em direção ao conjunto de fotodiodos, se a altura do disco estiver certa, o conjunto de fotodiodos receberá a mesma quantidade de luz e o resultado na saída do Amplificador Operacional será zero, portanto o foco está correto. Se o disco estiver muito perto ou muito longe, um sinal FE (erro de foco) é gerado. Este sinal FE é aplicado à bobina de foco que corrige o posicionamento da lente objetiva. A TRILHAGEM Além do foco, o feixe precisa se posicionar na trilha certa, para isto é usado o mesmo conjunto de fotodiodos (com um método chamado diferença de fase) que geram o sinal TE (erro de trilhagem) este sinal é aplicado à bobina de trilhagem produzindo um movimento lateral do feixe. O SINAL DE ÁUDIO Lembra dos pontos escuros e pontos brilhantes impressos ao longo das trilhas do CD. A luz infravermelha, emitida pelo diodo laser e refletida nestes pontos do disco, é aplicada ao conjunto de fotodiodos que, por sua vez envia estes pontos escuros e brilhantes ao conversor A/D (analógico/digital) que os transforma em "uns ou zeros" (dados binários), depois são tranformados em som (sinal analógico ) através de conversor D/A (digital para analógico e amplificados nosrmalmente. Por hoje é só. Autor: Nelson Glória Rabello - Técnico em eletrônica

Como funciona a Impressora Jato de Tinta

Elas são as preferidas pelo usuário doméstico, por serem mais simples, de manutenção mais fácil e mais baratas. Neste artigo você vai conhecer um pouco sobre a Impressora a Jato de Tinta.

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