A MULHER QUE ESCREVEU A BÍBLIA
- por Antonio Paiva Rodrigues
- Publicados 5/09/08
- Religião
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Antonio Paiva Rodrigues
Sou Cel PM, jornalista, Radialista, Administrador, Bacharel em Segurança Pública, Escritor, Membro da Associação Cearense de Imprensa(ACI), Academia de Letras dos Oficiais da Reserva do Ceará(ALOMERCE), Membro da Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará(AOUVIRCE)........
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A MULHER QUE ESCREVEU A BÍBLIA
Um livro que está causando polêmica e que virou filme. O autor desta peripécia chama-se Moacyr Scliar e tem a seguinte sinopse. Uma mulher de nosso tempo, empregada de uma loja de louças, submete-se a uma terapia de vidas passadas e conclui que numa encarnação anterior, há três mil anos, foi ela que escreveu a primeira versão da Bíblia. A mulher que escreveu a Bíblia é o relato em primeira pessoa da trajetória fabulosa dessa personagem anônima, filha de um pastor de cabras do deserto, que vai a Jerusalém e torna-se uma das setecentas esposas do rei Salomão.
Por ser a única letrada do harém, o soberano a encarrega de escrever a história do povo judeu, ainda que para isso ela entre em choque com os sisudos escribas oficiais da corte. Unindo erudição, fantasia e humor, Moacyr Scliar brinda o leitor com uma recriação deliciosa da vida cotidiana na Jerusalém do tempo de Salomão, oferecendo novas e irreverentes versões para conhecidos episódios bíblicos. Misto de narrativa de aventura e sátira de costumes, A mulher que escreveu a Bíblia faz parte daquela seleta categoria dos livros que é impossível - parar de ler. Queríamos reafirmar que esta sinopse não é de nossa autoria, mas inserimos nesta matéria para chamar a atenção dos religiosos de plantão, que até o presente momento não se manifestaram a respeito do livro e do filme.
É um assunto complexo que merece um estudo apurado, pois os mais incautos podem perder as estribeiras e soltar o verbo em cima do autor sem ter conhecimento do livro em alusão. Quando chegou ao Brasil o livro das “Crianças Índigos” certos integrantes do Espiritismo fizeram críticas severas à obra em que o grande Divaldo Franco se manifestou em livro também. Senhores críticos do livro epigrafado é hora dos senhores analisarem a veracidade ou não do livro da “A Mulher que escreveu a Bíblia”. Teria sido uma mulher a escrever a Bíblia? Até aí nada de mais, pois as mulheres têm
capacidade para escreverem grandes obras.
Nada em contrário. Mesmo sendo um romance na opinião o caso merece estudos. Moacyr Scliar, 63 anos, é médico e escritor. Gaúcho de origem judaica vem produzindo ao longo de sua vida uma obra vasta que vai do romance ao ensaio, traduzida para doze idiomas e adaptada para o cinema, o teatro e a TV. Publicou entre outros a coletânea de contos "A orelha de Van Gogh", ganhadora do prêmio Casa de Las Américas e os romances "Sonhos tropicais" e "A majestade do Xingu", baseados nas vidas de Oswaldo Cruz e Noel Nuttels respectivamente. Para estas qualidades também recebeu o Prêmio Jabuti 2000.
“Ajudada por um ex-historiador que se converteu em “terapeuta de vidas passadas”, uma mulher de hoje descobre que no século X antes de Cristo foi uma das setecentas esposas do rei Salomão - a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever”. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade - e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro. Moacyr Scliar recria o cotidiano da corte de Salomão e oferece novas versões de célebres episódios bíblicos.
“Em sua narrativa, repleta de malícia e irreverência, a sátira e a aventura são matizadas pela profunda simpatia do autor pelos excluídos de todas as épocas e lugares”. Meu papel aqui nesta matéria foi para chamar a atenção dos críticos se o livro condiz com a realidade e se realmente os fatos aconteceram como estão narrados. Deixamos a palavras com os senhores para uma melhor análise e observação. Somente Deus tem o poder da razão, da verdade. Sinceramente, não acreditamos, nem desmentimos, pois a verdade não nos pertence. Esperamos que o dono da verdade apareça e faça sua crítica dentro da ética e da razão. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIR/CE
Um livro que está causando polêmica e que virou filme. O autor desta peripécia chama-se Moacyr Scliar e tem a seguinte sinopse. Uma mulher de nosso tempo, empregada de uma loja de louças, submete-se a uma terapia de vidas passadas e conclui que numa encarnação anterior, há três mil anos, foi ela que escreveu a primeira versão da Bíblia. A mulher que escreveu a Bíblia é o relato em primeira pessoa da trajetória fabulosa dessa personagem anônima, filha de um pastor de cabras do deserto, que vai a Jerusalém e torna-se uma das setecentas esposas do rei Salomão.
Por ser a única letrada do harém, o soberano a encarrega de escrever a história do povo judeu, ainda que para isso ela entre em choque com os sisudos escribas oficiais da corte. Unindo erudição, fantasia e humor, Moacyr Scliar brinda o leitor com uma recriação deliciosa da vida cotidiana na Jerusalém do tempo de Salomão, oferecendo novas e irreverentes versões para conhecidos episódios bíblicos. Misto de narrativa de aventura e sátira de costumes, A mulher que escreveu a Bíblia faz parte daquela seleta categoria dos livros que é impossível - parar de ler. Queríamos reafirmar que esta sinopse não é de nossa autoria, mas inserimos nesta matéria para chamar a atenção dos religiosos de plantão, que até o presente momento não se manifestaram a respeito do livro e do filme.
É um assunto complexo que merece um estudo apurado, pois os mais incautos podem perder as estribeiras e soltar o verbo em cima do autor sem ter conhecimento do livro em alusão. Quando chegou ao Brasil o livro das “Crianças Índigos” certos integrantes do Espiritismo fizeram críticas severas à obra em que o grande Divaldo Franco se manifestou em livro também. Senhores críticos do livro epigrafado é hora dos senhores analisarem a veracidade ou não do livro da “A Mulher que escreveu a Bíblia”. Teria sido uma mulher a escrever a Bíblia? Até aí nada de mais, pois as mulheres têm
Nada em contrário. Mesmo sendo um romance na opinião o caso merece estudos. Moacyr Scliar, 63 anos, é médico e escritor. Gaúcho de origem judaica vem produzindo ao longo de sua vida uma obra vasta que vai do romance ao ensaio, traduzida para doze idiomas e adaptada para o cinema, o teatro e a TV. Publicou entre outros a coletânea de contos "A orelha de Van Gogh", ganhadora do prêmio Casa de Las Américas e os romances "Sonhos tropicais" e "A majestade do Xingu", baseados nas vidas de Oswaldo Cruz e Noel Nuttels respectivamente. Para estas qualidades também recebeu o Prêmio Jabuti 2000.
“Ajudada por um ex-historiador que se converteu em “terapeuta de vidas passadas”, uma mulher de hoje descobre que no século X antes de Cristo foi uma das setecentas esposas do rei Salomão - a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever”. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade - e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro. Moacyr Scliar recria o cotidiano da corte de Salomão e oferece novas versões de célebres episódios bíblicos.
“Em sua narrativa, repleta de malícia e irreverência, a sátira e a aventura são matizadas pela profunda simpatia do autor pelos excluídos de todas as épocas e lugares”. Meu papel aqui nesta matéria foi para chamar a atenção dos críticos se o livro condiz com a realidade e se realmente os fatos aconteceram como estão narrados. Deixamos a palavras com os senhores para uma melhor análise e observação. Somente Deus tem o poder da razão, da verdade. Sinceramente, não acreditamos, nem desmentimos, pois a verdade não nos pertence. Esperamos que o dono da verdade apareça e faça sua crítica dentro da ética e da razão. Pensem nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIR/CE
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1 resposta para "A MULHER QUE ESCREVEU A BÍBLIA" 
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disse isso no 29 Sep 2008 11:33:01 AM PST
muito interessante
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