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A NOSSA REVOLTA
- por Antonio Paiva Rodrigues
- Publicados 18/07/08
- Jornalismo
- Não Avaliado
Antonio Paiva Rodrigues
Sou Cel PM, jornalista, Radialista, Administrador, Bacharel em Segurança Pública, Escritor, Membro da Associação Cearense de Imprensa(ACI), Academia de Letras dos Oficiais da Reserva do Ceará(ALOMERCE), Membro da Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará(AOUVIRCE)........
Veja todos os artigos por Antonio Paiva RodriguesFUTEBOL
A NOSSA REVOLTA
Nossas revoltas podem ser variadas. Elas se encadeiam e se transformam no dia-a-dia. Pensamos no que fazer e a solução mais plausível são vociferações. No alento da vida encontramos algumas soluções para os nossos dilemas. A unificação interna de nações altamente industrializadas, como as que compõem o G-8, beneficiou-se da tecnologia avançada, especialmente nos transportes, na comunicação e na exploração midiática. Não sabemos e não entendemos como um País tão rico, com uma extensão territorial imensa, não sai da incômoda posição de terceiro mundo. O Brasil recentemente foi presenteado para sediar uma Copa do Mundo de Futebol, e já é pensamento dos que fazem o écran esportivo, trazer as próximas olimpíadas para cá. Será que temos respaldos para tal? Olha, há poucos dias fomos ao Castelão assistir a uma refrega e saímos de lá decepcionados. Notamos e anotamos nuanças negativas, que uma praça de futebol cotada para sediar jogos da copa não pode ter o que lá vimos é horripilante. A situação
do Castelão é lamentável.
Cadeiras quebradas, sujas, banheiros que mais parecem pocilgas, comportamento
inadequado das torcidas “organizadas”, eliminam a possibilidade da presença
feminina. Sujeira que dá no meio da canela, vazamentos, estrutura abalada,
comércio de bebidas alcoólicas, guloseimas que só servem para sujar e negativar
a psicosfera do Castelão.
Nosso futebol está entregue aos insetos daninhos, entre eles: moscas, mosquitos, muriçocas, ratos e baratas e de quebra aos baderneiros de plantão. Não importa como seja chamado, o jogo do pé na bola é incontestavelmente o esporte mais popular do mundo. Verdade! Aqui, podemos sinonimizar como o mais desorganizado do mundo. Muita coisa deve ser feita, se querem um futebol grande e de qualidade. A outra praça de esportes, o presidente Vargas está nas mesmas condições. Triste e desolado. A mídia esportiva não faz por onde merecer um futebol forte e combativo, visto que existe mais paixão do que profissionalismo. A catalepsia vai dizimando os clubes tradicionais do estado do Ceará. Agir com rapidez, pensar com altivez, senão o pebol alencarino será a bola da vez. Incompetência geral é a nossa opinião.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE
Nossas revoltas podem ser variadas. Elas se encadeiam e se transformam no dia-a-dia. Pensamos no que fazer e a solução mais plausível são vociferações. No alento da vida encontramos algumas soluções para os nossos dilemas. A unificação interna de nações altamente industrializadas, como as que compõem o G-8, beneficiou-se da tecnologia avançada, especialmente nos transportes, na comunicação e na exploração midiática. Não sabemos e não entendemos como um País tão rico, com uma extensão territorial imensa, não sai da incômoda posição de terceiro mundo. O Brasil recentemente foi presenteado para sediar uma Copa do Mundo de Futebol, e já é pensamento dos que fazem o écran esportivo, trazer as próximas olimpíadas para cá. Será que temos respaldos para tal? Olha, há poucos dias fomos ao Castelão assistir a uma refrega e saímos de lá decepcionados. Notamos e anotamos nuanças negativas, que uma praça de futebol cotada para sediar jogos da copa não pode ter o que lá vimos é horripilante. A situação
Nosso futebol está entregue aos insetos daninhos, entre eles: moscas, mosquitos, muriçocas, ratos e baratas e de quebra aos baderneiros de plantão. Não importa como seja chamado, o jogo do pé na bola é incontestavelmente o esporte mais popular do mundo. Verdade! Aqui, podemos sinonimizar como o mais desorganizado do mundo. Muita coisa deve ser feita, se querem um futebol grande e de qualidade. A outra praça de esportes, o presidente Vargas está nas mesmas condições. Triste e desolado. A mídia esportiva não faz por onde merecer um futebol forte e combativo, visto que existe mais paixão do que profissionalismo. A catalepsia vai dizimando os clubes tradicionais do estado do Ceará. Agir com rapidez, pensar com altivez, senão o pebol alencarino será a bola da vez. Incompetência geral é a nossa opinião.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE




