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SITUAÇÕES ADVERSAS
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Antonio Paiva Rodrigues
Sou Cel PM, jornalista, Radialista, Administrador, Bacharel em Segurança Pública, Escritor, Membro da Associação Cearense de Imprensa(ACI), Academia de Letras dos Oficiais da Reserva do Ceará(ALOMERCE), Membro da Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará(AOUVIRCE)........ 
por Antonio Paiva Rodrigues
Publicado 18/07/08
 
Será que nossa sociedade está se tornando esquizofrênica? Nossas vidas são exemplos de novos comportamentos que se encaixam com perfeição ou mesmo com dificuldades nos diversos e múltiplos estilos, aliando-se aos preceitos de nossa vida. Muito se fala e se especula em “negoférias”, por ser um misto de negociações especiais imantado com férias. anônimos (AA)”. Poderia de pronto esquecer de vez a violência das grandes metrópoles e ausência total dos programas televisivos que não mudam de tom. A cantiga da perua é uma só. Temos ouvido falar em “ambição horizontal”, o que seria isto? Seria a oportunidade que nos levaria a procurar e encontrar valores mais altos do que apenas o sucesso “vertical”. Esse sucesso se transformaria juntamente com o “pragmatismo prematuro”, que se apodera dos jovens com foco totalmente desordenado no futuro de sua economia. Palavra derivado do inglês pragmatism, na filosofia refere-se às doutrinas de C. S. Peirce (v. peirciano), W. James (v. jamesiano1), J. Dewey (v. deweyano) e do literato alemão Friedrich J. C. Schiller (1759-1805), cuja tese fundamental é que a verdade de uma doutrina consiste no fato de que ela seja útil e propicie alguma espécie de êxito ou satisfação. Caráter próprio do pragmatismo de C. S. Peirce (v. peirciano) que afirma que o conceito que temos de um objeto nada mais é que a soma dos conceitos de todos os efeitos concebíveis como decorrentes das implicações práticas que podemos conceber para o referido objeto; pragmaticismo nas formas usuais de ativismo, humanismo e naturalismo.

FALTA DE ÉTICA
SITUAÇÕES ADVERSAS


Será que nossa sociedade está se tornando esquizofrênica? Nossas vidas são exemplos de novos comportamentos que se encaixam com perfeição ou mesmo com dificuldades nos diversos e múltiplos estilos, aliando-se aos preceitos de nossa vida. Muito se fala e se especula em “negoférias”, por ser um misto de negociações especiais imantado com férias. Muitos indagarão: isto dá certo? Claro que sim! Unir útil ao agradável sempre foi de bom alvitre. Trabalho, família, férias se transformam em mudanças econômicas. Bebida regrada e controlada, “controversa alternativa para alcoólicos anônimos (AA)”. Poderia de pronto esquecer de vez a violência das grandes metrópoles e ausência total dos programas televisivos que não mudam de tom. A cantiga da perua é uma só. Temos ouvido falar em “ambição horizontal”, o que seria isto? Seria a oportunidade que nos levaria a procurar e encontrar valores mais altos do que apenas o sucesso “vertical”. Esse sucesso se transformaria juntamente com o “pragmatismo prematuro”, que se apodera dos jovens com foco totalmente desordenado no futuro de sua economia. Palavra derivado do inglês pragmatism, na filosofia refere-se às doutrinas de C. S. Peirce (v. peirciano), W. James (v. jamesiano1), J. Dewey (v. deweyano) e do literato alemão Friedrich J. C. Schiller (1759-1805), cuja tese fundamental é que a verdade de uma doutrina consiste no fato de que ela seja útil e propicie alguma espécie de êxito ou satisfação. Caráter próprio do pragmatismo de C. S. Peirce (v. peirciano) que afirma que o conceito que temos de um objeto nada mais é que a soma dos conceitos de todos os efeitos concebíveis como decorrentes das implicações práticas que podemos conceber para o referido objeto; pragmaticismo nas formas usuais de ativismo, humanismo e naturalismo.

O naturismo e a concepção daqueles que tudo espera das forças da natureza, a valorização excessiva dos agentes físicos naturais, como banhos, irradiações como métodos terapêuticos. Por falar em métodos terapêuticos nossa querida Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, a cada dia que passa se descaracteriza, e se transforma num planeta esburacado, de esgotos entupidos, saneamento básico inexistente, obras iniciadas que não se completarão, sem contar à sujeira que toma conta da loira e desposada do sol. A zona rica da cidade está suja, a zona pobre nem se fala. Na maioria das ruas e avenidas de Fortaleza existem buracos homéricos e já demos uma sugestão: colocar em cada um deles uma bandeira do PT (Partido dos Trabalhadores), só assim a cidade ficará com um colorido vermelho especial. Quando a sociedade se movimenta com muita rapidez os deslizes são notados com mais freqüência. Nós precisamos um dos outros para viver bem e melhor, mas nossos governantes só querem sugar o povo com impostos absurdos e miseráveis. Viadutos na zona sul são limpos, enquanto na zona Oeste hospedam famílias desabrigadas e a sujeira toma conta do local. Sabemos que os direitos são iguais perante a lei, mas na prática esse direito inexiste e irá permanecer assim por longos anos.

A ambição política deveria ser horizontal - não a ambição no sentido tradicional, vertical, de mais dinheiro e poder, mas no sentido de criar uma vida rica em relacionamentos e experiências, acreditando que o sucesso virá depois. Aprendi essas nuanças com o mestre Adam Hanft, escritor estrategista e crítico da mídia. A tendência de reversão só alcançará sucesso com denodo, dedicação, trabalho voltado para a sociedade independente de riqueza ou pobreza e não se desligar dos problemas da capital que são intermináveis. Essa é a Fortaleza de hoje. Esquecida, sofrida, suja, esburacada, infestada de feiras persas por todos os lados, praças depredadas, transporte precário, saúde sem saúde, educação deseducada e trânsito louco e desorientado e quem está para orientar, só serve para punir e multar. Saudades da Fortaleza de outrora. Quando se pensa em passeiar pelas ruas da Fortaleza “bela”, a alegria se une a vontade de chorar. Vamos chorar só assim aliviaremos as tensões do dia-a-dia. Fortaleza -dizimaram a tua beleza, as tuas belas praças foram assaltados, os ornamentos sumiram, e nada nos locais vazios. Bem que as esculturas poderiam ser refeitas em pedra sabão ou cimento trabalhado, a praça dos leões hoje de leão nada existe. A da Lagoinha nem lagoa tem a Praça José de Alencar e da Sé, se transformaram em feiras ambulantes. Faz pena e dó e já estão matando o Parque do Cocó. É muita ironia, muito desprezo para com a quarta capital brasileira. As eleições vêm aí e nossa vingança será maligna. Bento Carneiro, vampiro brasileiro, vupt...

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE