Energia Solar
- por José Chavaglia Neto
- Publicados 30/06/08
- Economia
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José Chavaglia Neto
MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas-FGV, Especialista em Controladoria e Finanças pela FCETM-Uberaba e Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade da Amazônia-UNAMA.
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Energia Fotovoltaica: Uma Vantagem Competitiva
José Chavaglia Neto *
Sabe-se que no atual momento do mundo, as empresas necessitam estar bem preparadas para um alto grau de competitividade no mercado.
As empresas precisam estar inseridas na busca por inovações e assim gerar vantagens competitivas no seu processo produtivo, para que possam gerar valor econômico, e consequentemente, a sua viabilidade mercadológica. Isto significa que, as empresas necessitam permanentemente da diferenciação no mercado, por meio de estratégias deliberadas, visando a obtenção de vantagens competitivas que proporcionem lucros de monopólio, mesmo que temporários.
Sobre a competitividade (SCHUMPETER,1982:65 ):
a competitividade se insere numa visão dinâmica e evolucionária do funcionamento da economia capitalista. A evolução desta economia e vista ao longo do tempo como baseada num processo ininterrupto de introdução e difusão de inovações em sentido amplo, isto é, de quaisquer mudanças no espaço econômico no qual operam as empresas, sejam elas mudanças nos produtos, nos processos produtivos, nas fontes de matérias- primas, nas formas de organização produtiva, ou nos próprios mercados, inclusive em termos geográficos.
Em contrapartida, ao mesmo tempo em que se procura obter um alto nível de competitividade, entende-se que existe a necessidade por parte das empresas de conservar os recursos naturais existentes, para uma otimização destes no futuro, pois já não é possível contar com tanta oferta de recursos naturais para atender esta imensa demanda, dado o nível produtivo que a humanidade alcançou neste ultimo século.
A inflação dos preços da gasolina, do óleo para aquecimento domestico, e dos demais derivados de petróleo veio para ficar. E além disso, a exigente demanda já não tolera empresas que produzem energia queimando, carvão, óleo e gás natural.
(NOGAMI,1999: 3) afirma que:
Da dura realidade da escassez decorre a necessidade da escolha. Já que não se pode produzir tudo que as pessoas desejam, devem ser criados mecanismos que de alguma forma auxiliem as sociedades a decidir quais bens serão produzidos e quais necessidades serão atendidas.
No Brasil um dos maiores problemas enfrentados pela economia é a utilização de maneira errônea dos recursos naturais disponíveis, principalmente quando se trata de energia elétrica, pois é a partir desta que se obtém todo o resto no que se refere a produção de bens e serviços pelas empresas, logo, a energia quando alocada de maneira errônea tanto economicamente, pois gera um pesado ônus sobre a economia do país e das empresas, como também no que se refere ao meio ambiente, através das grandes inundações necessárias para a construção de uma usina hidrelétrica. As fontes de energia, recebem destaque justamente por sua grande importância no processo de criação do desenvolvimento sustentável de qualquer nação, e pela sua importância como fonte vantagem competitiva pelas unidades produtivas no mercado.
(SANDRONI,2002:170) quando,
o desenvolvimento é capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro .
Varias fontes de energia limpa estão sendo desenvolvidas e utilizadas para sanar esta deficiência brasileira. Mas uma destas fontes de energia chama a atenção pela sua eficiência como fonte alternativa de energia, na contenção de custos com energia elétrica e outras no processo de geração de energia auto-sustentável, promovendo redirecionamento de energia vindas de hidrelétricas e diminuindo custos de energia para as empresas, é a energia solar ou fotovoltaica.
(ZEWEIBEL,2008:34) afirma que:
o potencial da energia solar é inesgotável. A energia do sol que atinge a Terra em 40 minutos é Equivalente ao consumo de energia do mundo todo em um ano, e o Brasil tem sorte por ser dotado de amplos recursos naturais.
A energia solar fotovoltaica, fruto da conversão direta em eletricidade, a forma que tem apresentado o desenvolvimento mais notável nos últimos anos. Os sistemas fotovoltaicos têm recebido grande atenção da comunidade técnica internacional. Como conseqüência, têm sido apontados como umas das grandes oportunidades no setor energético neste princípio de milênio. Sistemas de geração fotovoltaica têm sido utilizados de duas formas: isoladamente e
Entende-se também que isto proporcionará a criação de satisfação, que é classificada entre os consumidores através da geração de uma imagem positiva no que se refere aos cuidados com o meio ambiente, nas mentes dos consumidores . Os sistemas fotovoltaicos vêm recebendo grande atenção em vários países. Painéis fotovoltaicos são disponíveis hoje em várias apresentações, além da clássica forma plana: como telhas, laminados flexíveis, placas semitransparentes etc. Isto possibilita a integração dos painéis fotovoltaicos às edificações, com um mínimo de impacto arquitetônico. A co-geração em edifícios comerciais permite a redução de custos e é particularmente vantajosa quando se lembra que as atividades nesses prédios se concentram durante o dia, no período de disponibilidade da energia solar.
No caso do Brasil, a extensão territorial e os níveis elevados de radiação solar, durante todo o ano e em praticamente todo o seu território tornam a energia fotovoltaica viável.
Conclui-se que a implantação de energia solar nas empresas brasileiras, é viável, dado que o país apresenta todas as exigências técnicas para isto ,e mais importante ainda, existe uma crescente demanda por fontes limpas de energia no país por conta da exigência por parte dos consumidores em relação aos cuidados com o meio ambiente, o que garante a demanda pela energia fotovoltaica.
BIBLIOGRAFIA
NOGAMI, Otto. ; PASSOS, Carlos Roberto M. Princípios de Economia. São Paulo:
Pioneira, 1999.
SANDRONI, Paulo. Novíssimo Dicionário de Economia. São Paulo: Best Seller,
2002.
SCHUMPETER, Joseph A. Teoria do Desenvolvimento Econômico. São Paulo:
Abril Cultural, 1982.
ZWEIBEL, Ken. Energia Solar. American Science Brasil. São Paulo: Duetto, 2008.
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1 resposta para "Energia Solar" 
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disse isso no 04 Jun 2009 4:32:52 PM PDT
achei o artigo muito interessante, fácil de entender e de tirar dúvidas.
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