A CAMINHO DE GRANADA PARTE 4
- Por Antonio Carlos Lopes
- Publicado 18/04/09
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Antonio Carlos Lopes
Nascido em São Paulo, resido atualmente em Florianópolis SC, Funcionário Público, formado em Biblioteconomia, pela Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC, colaborador dos sites Duplipensar, Recanto das Letras, Amigos do Livro e Artigonal, membro da ACPCC - Associação dos Cronistas, Poetas e Contistas Catarinenses
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João Auguto empenha-se como um visionário nas fontes históricas, decide esmiuçar a vida e obra de García Lorca, debruçando sobre os fatos históricos, adquiri um conhecimento de grande valor e consequentemente um especialista em García Lorca, conteúdo que não serviria, se em sua busca incansável, já desistindo, descobre, que o grande poeta Andaluz, esteve em território brasileiro numa escala na cidade de Santos em 10 e 11 de outubro de 1933, o navio Conte Grande, que o conduziria à cidade Montevidéu no Uruguai.
Um dado importante!, uma evidência? ,uma ligação com o seu misterioso baú?
Apesar da descoberta segue as incertezas, os caminhos, as providências ...
Absorto! João Augusto, fecha-se em seus pensamentos?
João Augusto, após o término de suas pesquisas, dirige-se para sua residência rumo à zona leste da capital paulista no bairro de Artur Alvim. Reside desde à sua infância na Rua Fernandes Pereira 4029, contará a novidade para suas irmãs Denise e Flávia, poderá encontrar uma solução para suas incertezas.
Chegando em casa, avista no portão o seu velho amigo, o cachorro Tuck , ao seu encontro, com grande alegria!
João Augusto, ao entrar em casa, encontra Flávia
na cozinha ao Fogão preparando o jantar , enquanto, Denise na Sala de Televisão.
- Acredito que encontrei uma descoberta, que talvez levará a desvendar o mistério do baú?
- O quê? Pergunta Flávia!
- Sim !, responde João Augusto, através de minhas pesquisas, descobri uma forte evidência, do baú realmente pertencer a Federico García Lorca!
García Lorca, esteve em Santos nos dias 10 e 11 de outubro de 1933, precisamos encontrar alguma prova no baú para confirmação de algum importante registro.
- Talvez, através de uma verificação minuciosa.
- Vamos Verificar!, responde Denise.
Os irmãos movidos pelo entusiasmo, começam verificar o baú na parte externa, sem qualquer propósito de abri-lo!
Na verificação, encontram uma certa etiqueta com alguns dados, ainda ilegíveis sob uma grossa camada de sujeira sebosa, em estado precário devido a ação do tempo, numa das partes laterais do baú. Uma vez que o estado precário da etiqueta, exige toda prudência e cuidado na remosão da sujeira para a obtenção da tão esperada informação, que poderá confirmar as evidências...
Após a limpeza dos resíduos, conseguem visualizar com maior nitidez, uma certa informação registrada na etiqueta.
Uma esperança?
Um dado importante!, uma evidência? ,uma ligação com o seu misterioso baú?
Apesar da descoberta segue as incertezas, os caminhos, as providências ...
Absorto! João Augusto, fecha-se em seus pensamentos?
João Augusto, após o término de suas pesquisas, dirige-se para sua residência rumo à zona leste da capital paulista no bairro de Artur Alvim. Reside desde à sua infância na Rua Fernandes Pereira 4029, contará a novidade para suas irmãs Denise e Flávia, poderá encontrar uma solução para suas incertezas.
Chegando em casa, avista no portão o seu velho amigo, o cachorro Tuck , ao seu encontro, com grande alegria!
João Augusto, ao entrar em casa, encontra Flávia
- Acredito que encontrei uma descoberta, que talvez levará a desvendar o mistério do baú?
- O quê? Pergunta Flávia!
- Sim !, responde João Augusto, através de minhas pesquisas, descobri uma forte evidência, do baú realmente pertencer a Federico García Lorca!
García Lorca, esteve em Santos nos dias 10 e 11 de outubro de 1933, precisamos encontrar alguma prova no baú para confirmação de algum importante registro.
- Talvez, através de uma verificação minuciosa.
- Vamos Verificar!, responde Denise.
Os irmãos movidos pelo entusiasmo, começam verificar o baú na parte externa, sem qualquer propósito de abri-lo!
Na verificação, encontram uma certa etiqueta com alguns dados, ainda ilegíveis sob uma grossa camada de sujeira sebosa, em estado precário devido a ação do tempo, numa das partes laterais do baú. Uma vez que o estado precário da etiqueta, exige toda prudência e cuidado na remosão da sujeira para a obtenção da tão esperada informação, que poderá confirmar as evidências...
Após a limpeza dos resíduos, conseguem visualizar com maior nitidez, uma certa informação registrada na etiqueta.
Uma esperança?



