A CAMINHO DE GRANADA
- Por Antonio Carlos Lopes
- Publicado 18/04/09
- Contos
-
Avaliação:




Antonio Carlos Lopes
Nascido em São Paulo, resido atualmente em Florianópolis SC, Funcionário Público, formado em Biblioteconomia, pela Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC, colaborador dos sites Duplipensar, Recanto das Letras, Amigos do Livro e Artigonal, membro da ACPCC - Associação dos Cronistas, Poetas e Contistas Catarinenses
Ler outros artigos de Antonio Carlos LopesA CAMINHO DE GRANADA PARTE 1
A CAMINHO DE GRANADA
Numa tarde de verão, João Augusto e suas irmãs Flávia e Denise, se revezam na montagem das barracas. João augusto, resolve percorrer uma antiga trilha, na intenção de encontrar lenha, para utilizá-la na construção da fogueira antes do anoitecer.No caminho, avista um alpendre em ruínas,... descobre sob seus escombros, uma velha caixa de madeira com feixos de ferro, arrasta a caixa, a qual está fechada com um grande cadeado. Resolve levá-la consigo, apesar do seu tamanho e peso, o esforço será compensado pela curiosidade, afinal o caminho de volta não será tão distante.
Ao chegar no acampamento, suas irmãs recebem-no com espanto!
- João, o que te levou a trazer essa caixa esquisita e velha até aqui?
João, no seu entusiasmo responde!
- Não sei extamente o que me levou a trazê-la, talvez seja uma espécie de nostalgia, quando criança, adorava brincar nos terrenos baldios e em casas abandonadas, na esperança de encontrar objetos antigos.
A descoberta de João Augusto, começa criar expectativas nas irmãs, a caixa na verdade é um baú, daqueles
modelos usados no início do século XX, pelos viajantes e imigrantes, que aportaram no Brasil, trazendo seus pertences, suas esperanças, suas angústias do velho continente e de outras terras. Chegavam trazidos pelos conflitos mundiais e guerras civis, muitos vindos de terras, alemãs, espanholas,italianas, portuguesas, nipônicas e outras terras.Muitos perseguidos pelo autoritarismo, que proliferou na europa, após a primeira grande guerra, com o início do flagelo nazi-fascismo, o poder nefasto do homem, a desumanidade, a insensatez, construida através da intolerência, a vanguarda do poder bélico, às etnias esmagadas pelos crimes da indiferença, da discriminação e do ódio.
Ao anoitecer, João Augusto e as irmãs, com suas abstrações, observam as chamas da fogueira...
Denise, inquieta, pergunta aos irmãos sobre o que poderia conter nesse baú de aspecto misterioso!
Flávia, Responde...
- Eu acho que está fechado há muito tempo?
João Augusto na sua resposta a Denise...
- A minha curiosidade é incontrolável à abrir o baú!
- Mas algo me detém não fazê-lo de forma imediata!
Flávia, retruca!
- Por quê, tanto suspense, abra-o de uma vez!
Numa tarde de verão, João Augusto e suas irmãs Flávia e Denise, se revezam na montagem das barracas. João augusto, resolve percorrer uma antiga trilha, na intenção de encontrar lenha, para utilizá-la na construção da fogueira antes do anoitecer.No caminho, avista um alpendre em ruínas,... descobre sob seus escombros, uma velha caixa de madeira com feixos de ferro, arrasta a caixa, a qual está fechada com um grande cadeado. Resolve levá-la consigo, apesar do seu tamanho e peso, o esforço será compensado pela curiosidade, afinal o caminho de volta não será tão distante.
Ao chegar no acampamento, suas irmãs recebem-no com espanto!
- João, o que te levou a trazer essa caixa esquisita e velha até aqui?
João, no seu entusiasmo responde!
- Não sei extamente o que me levou a trazê-la, talvez seja uma espécie de nostalgia, quando criança, adorava brincar nos terrenos baldios e em casas abandonadas, na esperança de encontrar objetos antigos.
A descoberta de João Augusto, começa criar expectativas nas irmãs, a caixa na verdade é um baú, daqueles
Ao anoitecer, João Augusto e as irmãs, com suas abstrações, observam as chamas da fogueira...
Denise, inquieta, pergunta aos irmãos sobre o que poderia conter nesse baú de aspecto misterioso!
Flávia, Responde...
- Eu acho que está fechado há muito tempo?
João Augusto na sua resposta a Denise...
- A minha curiosidade é incontrolável à abrir o baú!
- Mas algo me detém não fazê-lo de forma imediata!
Flávia, retruca!
- Por quê, tanto suspense, abra-o de uma vez!



