Hermenêutica Aplicada
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- Publicados 29/11/08
- História
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Utopia - ou Entropia - da Carta Magda
Hermenêutica Aplicada (7)
Utopia − ou Entropia − da Carta Magda
PROPILÆUM
Se eu errar, que me corrijam (João Paulo II)
Trecho inicial da Teoria Geral da Confusão a ser editada pelo grupo Euetú Nós de analítica infinitesimal, sob título Hermenêutica Aplicada, estudo de muitas confusões encontradas na TV, na Rede mundial de deturpação da Língua pátria, na Entrevista, no Catálogo Telefônico da Capital, no Guia Turístico, no Jornal, na Publicidade, dos bancos de dados (não só) do Senado, até na Lei e demais mídias, especialmente no tema Brasília e DF.
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Aliás, este ōrganon não tem capítulos, mas tomos e partes, como todo bom Sistema. O Prólogo pode estar em seu final, como um radioso recomeço... A fim de esclarecer, tomo é do grego tómos, pelo latim tomu, pedaço, afim com a noção de parte. E a fim não é afim, ademais não é a demais, mas erros, há demais, à disposição do Aprendiz, especialmente na Rede mundial das confusões (não só) da Língua pátria...
Há homofonia, mas o h’ da Matemática não é a ave fasianídea e ovípara, comestível. Dia-a-dia não é DIA DIA nem Dia-Dia, e Noite Afora não é Noite A Fora, embora tais erros estejam na Televisão e, agora, na Internet, pelo Brasil Afora. Em Português, o a fora pode querer dizer a dentro... Mas daqui há pouco não é nada.
Deturpam-se nomes de Palácios em Brasília, e o da Padroeira do Brasil. Há 35 Jucelino Kubitchek na Rede. O grande Ruy perde o ípsilon, ficam o Benedito novelista, a Marina, o Ayrton, os Caymmi, o Paty do Alferes, a Paraty...
Já será visto, usamos certa dose de Redundância, ou Entropia Relativa aumentada, pois ela, às vezes, aumenta a clareza da Mensagem. As mais das vezes (!?), ela perturba, insere ruídos de fundo, altera a semântica saudável e necessária a um texto, mormente nas explicações colhidas em muitas fontes encontradas pelo Grupo de perquiridores, autor desta teoria. Nessa índole, até a Lei é analisada, em suas imperfeições de estarrecer de alguns Juristas nossos, mais críticos: ademais, nossa Capital não é o Distrito Federal (já foi?).
Como princípio, estamos quase como o genial Chacrinha: Não vim para explicar, mas para confundir. Assim, segue o estudo por uma espécie de maiêutica de Sócrates, filho de uma parteira: ao invés de afirmar e impor conhecimentos, queria o de Ática destruir a educação adquirida sem reflexão, nos preconceitos sob disfarce da sofística. Levava os discípulos, por meio da ironia socrática, à busca de uma verdade relativa, pois a absoluta jamais será alcançada, tal como na Ciência “e” na Matemática, por cuja Lógica o fato foi provado: Até onde a Matemática prova? – eis a pergunta moderna, essencialmente matemática. Pascal, adiante.
Destarte, toda afirmação é deve ser entendida como: é bom ser assim, seria melhor assim, oxalá, tomara, queira Deus, amém... pois a ninguém é dado conhecer a Verdade absoluta. Aliás, tal afirmação já é pretender se aproximar da Verdade absoluta... pois, se tudo é relativo, até esta regra deve sê-lo, ou não será mais regra e conterá a própria negação. Logo, cum grano salis: Brasília e DF, conceitos relativos, e muito confundidos.
Tal, a arte de partejar, de dar à luz, alumiar os espíritos, derivando no parto das idéias: maiōs, a razão de ser maio o mês das mães e das noivas. Marco da evolução da Filosofia – pois temos os filósofos pré-socráticos e os pós-socráticos –, dizia: Só sei que nada sei... tal como está hoje no Princípio da Indecidibilidade da Lógica Matemática, na definição jocosa de Bertrand Russell, nos escritos da Cibernética (sempre confundida), da Teoria Geral dos Sistemas, da Matemática da Comunicação, da Lingüística – tema a ser totalmente explicado aqui... através da Lógica Matemática. De Euclides, 300 a. C.: Não há estradas reais na Geometria...
Toda essa visão está na base do raciocínio da Ciência hodierna, infindável: Meu Deus! Como é grande a nossa ignorância! Não sei o que não sei: parece circularidade do óbvio. Explica-se: não sabemos o tamanho do nosso desconhecimento, daquilo não-sabido – desde Horácio (65-8 a. C.), pelo menos, visto adiante.
Neste ensaio sobre a Confusão, quase uma mateologia, lutamos contra o que demasiado, pois dizia um Mestre: se o que mata o estilo, matemos o que ... tal será no PRE FÁCIO interessantíssimo e nas partes iniciais do texto, cujo único que é o da transcrição do grande Papa – em profundo pensamento matemático moderno –, a menos que em certas expressões idiomáticas e nalgumas transcrições. Na Rodoferroviária, há um Juizado de Menor... Por todo o campo estudado, demonstra-se haver grande dose de psitacismo.
Aqui, mata-se a cobra, o demônio da Confusão, e mostra-se o pau... Assim, haverão menas incredulidades do Leitor sobre as anomalias apontadas nos Meios: a noção geral sobre Brasília e DF parece estar desvairada. Brasília, como cidade-capital, não tem 2 milhões de habitantes – nem um número maior de telefones celulares, conforme asseverou a TV em janeiro de 2005. Ouve-se mal, repete-se pior.
Verso − relativo ao anverso, é claro... Seria poético, não fosse tão trágico: há uma chuva ácida de erros e impropriedades sobre o Aluno e/ou a Criança. Uma pletora. O prefixo, do Latim præ+fixu, fixo antes. Mas o pré-fixado pode não ser o prefixado. Até o e/ou é deturpado, no uso popular e/ou oficial. Há norma legal, federal, fixando obrigação com e/ou... Como cumpri-la?
Não se confunda coisa alguma; nem alguma coisa... nem uma com outra, pois são inversos matemáticos. Alerta: a ordem dos fatores altera tudo, em geral, em qualquer Sistema, especialmente na Língua – exceto na Aritmética Finita e nos palíndromos. Cama não é maca, Maria José é o inverso (!) de José Maria. Também nos anagramas, a ordem é outra: Roma não é amor. Outro alerta, não é atrela: arroz não é zorra...
A palavra grega hermeios era o sacerdote do oráculo de Delfos, simbolizando um deus-mensageiro alado, descobridor da linguagem e da escrita. Na mitologia grega, Hermes era portador da capacidade de entender o homem, e alcançando o significado das coisas. O verbo herméneuein é declarar, esclarecer, traduzir, interpretar.
Isso tudo, apenas por meio do exercício das Diferenças, princípio fundamental do Universo. Dar-ein, bicho...
Alfim, não se confunda jerimum com macaxeira... Não se confundam onde e quando, como na TV. Adiante, a definição da análise infinitesimal adotada neste ensaio, ver O umbigo de Adão.
Procuramos seguir o grande Ralph Waldo Emerson: É prova de alta cultura dizer as coisas mais profundas, do modo mais simples. Conseguimos? Na Rede, 342 Palácio do Itamarati, até de mre.gov, iphan.gov – lê-se ifan?, e outras fontes didáticas “e” culturais...
Av. Sandú... Há municípios (!?) de Planaltina e Sobradinho, no DF, e Valparaíso (DF) ! O Pró-Uni é grafado prouni... Há Heidegger, Caetano, Fernando Pessoa, adiante. E Euclides e Galileu.
Há erros clamorosos na Esplanada dos Ministérios, em Catálogos Telefônicos da Capital; e no Setor Comercial Sul. Alguém notou? Onde, a nova Ponte JK, prêmio internacional? Os Catálogos, livros turísticos porém didáticos, não se orgulham de descrever corretamente sua Capital. Há 15.700 Daqui há pouco, na Rede. Erros, aos infinilhões, Guimarães Rosa.... E não está o Gama, ou o Espaço Lucio Costa, o Urbanista internacional....
Entropia é a con-fusão de regiões de probabilidades anteriormente distintas, dirá Wiener, na Cybernetics de 1948 – iniciada, na verdade, por Platão – a ser plenamente esclarecida, em parte própria, Direito e Cibernética, pois também esta é sob alta dose de confusão com Informática e/ou Computação.
De todos os erros já históricos, o tema Brasília será o mais duramente tratado aqui, desde a transição do Município da Corte (ou antes, na província) ao Districto Federal, até à transferência da Capital para o Planalto, e o conseqüente Distrito Federal novo – por força da imprecisão ou distorção contínua e exacerbada flagrante nos inúmeros mal-ditos já encontrados, e suas derivações – buscando exorcizar esse demo de 54 nomes em dicionários e enciclopédias nossas, disfarces de má índole da perturbação no Ensino. Um mega evento, sem dúvida.
Daí, a redundância usada neste ensaio − e na explicação sobre ela... é certo, chega ao enfado, pois o erro é complexo e multifacetado. Uma crítica pode ser repetida, por outros aspectos. O monstro da confusão, multicaudo.
O CB com z, às vezes, critica: Falhas estão presentes até em documentos oficiais, diz o jornal de 9 de fevereiro de 2002, em Educação. Serão vistas algumas, neste ensaio. Confundem Brasília com Distrito Federal, ainda Cidade-satélite com sua Região Administrativa. Pelo menos, o FEBEAPÁ do Ponte Preta chegou a FEBEANET...
Certas emissoras de Televisão, antes do Horário de Verão, chegaram a um máximo, confundindo o dito pelo locutor com o escrito ao pé da telinha, ao anunciarem horários de seus programas, um mero exemplo entre dez anotados:
☻ ... todo sábado à meia-noite e trinta... dito pelo locutor, mas ... Sábado 00h30 ... escrito ao pé da tela, como se fossem expressões equivalentes quando, na verdade, há uma diferença de 24 horas entre elas, pois o sábado à meia-noite e trinta já é na madrugada de domingo, à 00h30... Adiante, todos os casos serão comprovados. Um alerta será enviado aos canais de TV, será uma mega oportunidade (!), se quiserem não mais errar. A Festa dos Estados incidiu em alguma incorreção do tipo. Não é de bom alvitre errarem nomes de países, na TV: Guiné-Bissal...
Não importa a espécie ou a origem, toda impropriedade descoberta está registrada no vultoso acervo do Grupo sistêmico de autores. Logo, todas as impropriedades vistas no vultuoso caminho da pesquisa em curso – a qual, haja vista, não terminará nunca, tal a produção contínua de imperfeições sob o eficientíssimo Demônio da Confusão pesquisado – aqui definido, enquadrado, dissecado, e exorcizado por uma Analítica Diferencial (análise infinitesimal) de alta precisão cirúrgica. O a partir de está inteiramente deturpado. Do TSE, VOTA BRASIL...
O GDF se confunde no tema Brasília e DF. Essa, a maior confusão já vista em todo o panorama histórico e geográfico brasileiro. Ninguém se aprofunda em coisa alguma, a frase mais lapidar da Imprença nacional, diz Japiassu açério. E os erros permanecem durante anos, na TV e na Internet, na Lei, nos Catálogos Telefônicos da Capital da Nação todos, didáticos! – DIA DIA e Noite Afora, sem ninguém notar. E pelo Brasil Afora.
Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros (Confúcio). ACORDA, BRASÍLIA !
Catálogos omitem o Gama e a nova Ponte JK. Os Governos erram, ou nada vêem. Não se importam em ensinar corretamente ao Povo. A grande loja erra aos 47 anos, ao dar TODA LINHA em promoção.
A Rede é democrática, não tem policiamento algum, e aceita qualquer barbaridade nela inserida: adiante, um Aviso aos Navegantes, a respeito. Nela e na TV, sob a confusão, a impunidade campeia e, realimentada, chega à Vaca de Presépio... O Achismo campeia. E o Ensino sofre. Não esqueçamos, Brasília vai a Cinqüentona, em breve.
Este ensaio não pretende atingir a Verdade absoluta: é ela inatingível, tudo parece um Conceptualismo de Abelardo e Kant, mas bítico. Em tudo, Verdade relativa, ver em Afastamento da Realidade. Lembremos do Profeta: Quem for sábio, que entenda estas coisas. Quem for prudente, que as saiba. E do Teeteto, de Platão. Pascal, adiante.
E tudo parece uma questão de nomes, segundo Platão e Kant. Afinal, na Língua nada é, tudo é chamado, é noema... Ademais, de Giordano Bruno: As idéias são somente sombras da verdade. Horácio, poeta latino do Séc. I a. C., nas Odes, afirmara: Nec scire fas est omnia, isto é, não é dada a ninguém a faculdade de tudo saber. Há Galileu, no Sidereus nuncius, O Mensageiro das Estrelas de 1610. E Euclides, na Geometria. E Einstein.
Pascal, ao fazer a apologia cristã, revela muito mais o saber universal e o conhecimento do que os fundamentos da religião. A verdade na língua do pensador é relativa:
"Todos erram tanto e mais perigosamente quando seguem cada um uma verdade; o seu erro não está em seguirem uma falsidade, mas em não seguirem outra verdade". Pascal defende que "quando não se sabe a verdade de uma coisa, é bom que haja um erro comum que fixe o espírito do homem..."
Um aparte: a Sociedade como um todo (segundo alguns outros, pouco sábios), um grandioso probleminha semântico; diferenciais não respeitados distorcem qualquer Sistema. O Povo em geral não vê seus mal-ditos, ouve mal ditos de outros, e repete-os pior. De Ruy com y, é claro: A Nação não é ninguém, somos todos.
Falando no Águia, há meretíssimos, às dúzias, em filmes e novelas de TV. Caetano completa Ruy: Minha pátria é minha Língua. Ainda Fernando Pessoa: A língua portuguesa é a minha pátria. De açacinaram (a Língua) há todo uma série de variações, 102 na Rede. Assim sendo, dizemos: há erros especiosos.
E o MinC escreve o grande Ruy com i, em sua Fundação, além de minC, nas portas dos carros. Na Rede, há Carta Magda cerca de 30 vezes, até em moção de Ministério federal e pelo menos em uma Universidade. Também,
v O rei João da Inglaterra, dito João Sem-Terra, em 15 de junho de 1215 assinou, perante o alto clero e os barões do reino, a Magda Carta Libertatum, “ensina” a Rede mundial das confusões... e a USP.
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